sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Mãe é condenada a 21 anos de prisão por matar filha autista envenenada no Maranhão

 

A investigação apontou que o crime teria sido motivado pela dificuldade da mãe em cuidar da filha, que precisava de acompanhamento multidisciplinar devido ao autismo.

Uma mãe foi condenada a 21 anos e nove meses de prisão por matar a própria filha envenenada, uma criança de seis anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Lago da Pedra, no Maranhão.

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (20) pelo Tribunal do Júri da 1ª Vara da cidade, presidido pela juíza Sheila Silva Cunha.

O Conselho de Sentença considerou Ana Paula Cunha da Silva responsável por fornecer e/ou ministrar à filha uma substância tóxica que provocou a morte da criança. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado.

A investigação apontou que o crime teria sido motivado pela dificuldade da mãe em cuidar da filha, que precisava de acompanhamento multidisciplinar devido ao autismo.

O crime

Segundo a denúncia, a menina morreu no dia 17 de janeiro de 2022 após intoxicação exógena causada pelo agrotóxico Terbufós, conhecido popularmente como “chumbinho”. Exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) apontaram a presença da substância no organismo da vítima.

Durante a investigação, foram encontrados com Ana Paula dois frascos contendo substâncias semelhantes à identificada na criança. Um dos recipientes não tinha identificação e continha uma substância granulada; o outro armazenava um líquido transparente.

Conforme o processo, a criança ficava sob os cuidados da avó materna. No dia da morte, Ana Paula estava de plantão em um hospital, mas teria ido até a residência algumas vezes afirmando que queria ver a filha por estar com um pressentimento ruim.

Durante a tarde, a menina disse à avó que estava com muito sono e sentia dores na língua. Pouco depois, passou mal e foi levada ao Hospital Professor Serra de Castro, onde sofreu uma parada cardíaca e morreu.

No momento do atendimento médico, Ana Paula teria afirmado que a filha havia sido envenenada. Após receber a notícia da morte da criança, ela retirou dois frascos do bolso e afirmou que pretendia tirar a própria vida usando as substâncias.

Laudo confirmou envenenamento

O Instituto Médico Legal realizou exames no corpo da criança, apesar da resistência inicial da denunciada. O laudo confirmou a presença de pesticida compatível com as substâncias encontradas com Ana Paula.

A investigação policial apontou que a motivação do crime estaria relacionada à dificuldade relatada pela mãe em cuidar da filha, que necessitava de acompanhamento multidisciplinar por causa do autismo.

Após a leitura da sentença, a juíza determinou a condução da condenada para a Unidade Prisional de Ressocialização Feminina (UPFEM), em São Luís.

Por G1 MA 

Operação Rolezinho já realizou mais de 1.600 apreensões de motocicletas em São Luís

 

Idealizada para combater a poluição sonora e promover a segurança no trânsito e o sossego público, a Operação Rolezinho já resultou na apreensão de 1.619 motocicletas desde o ano de 2021, quando foi criada. Os dados foram apresentados pelo promotor de justiça Cláudio Guimarães, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial de São Luís.

As ações são realizadas em parceria pelo Ministério Público do Maranhão, Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) e Polícia Militar do Maranhão, por meio do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) e do Batalhão de Motopatrulhamento Tático (BMT).

Somente na última operação, que ocorreu na madrugada de terça-feira, dia 18, foram apreendidas 108 motocicletas. De acordo com o promotor de justiça, os grupos que participam do passeio clandestino, que já estavam sendo monitorados há meses, saíram do bairro São Cristóvão em direção à Avenida Litorânea. Eles foram abordados na altura do Elevado da Cohab, quando os agentes da operação fecharam as duas extremidades do túnel e passaram a fazer as autuações.

Guimarães explicou que os passeios causam grandes transtornos à população, que reclama aos órgãos públicos e pede providências. “Em geral, esses passeios começam depois da meia-noite e têm por finalidade cometer diversos crimes, inclusive assaltos. O barulho é insuportável. São cerca de 200 a 300 motocicletas com descargas adulteradas em plena madrugada em diversos pontos da cidade”.

Ainda segundo o membro do Ministério Público do Maranhão, a grande maioria das apreensões está relacionada à falta ou adulteração das placas das motocicletas. Mas também ainda são registrados casos em que os veículos estão com escapamentos adulterados, provocando intenso barulho.

ACORDO

Após as apreensões, os donos das motocicletas vão responder a inquéritos policiais que, ao final, são encaminhados para o Ministério Público. Em seguida, é feita uma notificação ao proprietário para verificar o interesse dele em fazer um Acordo de Não Persecução Penal e não ser processado. Conforme Cláudio Guimarães, todos que atendem aos critérios legais aceitam fazer o acordo. 

Criança indígena de 4 anos morre após acidente no interior do MA; condutor não tinha CNH

 

Motociclista se apresentou à polícia após o acidente e foi autuado por homicídio culposo e condução sem habilitação.

Uma criança indígena de 4 anos morreu após um acidente de trânsito na quinta-feira (21), na MA-272, entre Barra do Corda e Fernando Falcão, no Maranhão. O motociclista envolvido no acidente se apresentou à Polícia Civil e foi autuado por homicídio culposo na direção de veículo automotor e por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Segundo a Polícia Civil do Maranhão, o acidente aconteceu por volta das 11h30. A vítima, um menino, morreu em decorrência dos ferimentos. O corpo foi levado para a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Povoado Buriti, em Fernando Falcão.

Após a chegada do corpo à unidade de saúde, indígenas da região se mobilizaram e, inicialmente, não aceitaram a retirada para os procedimentos periciais. Segundo a polícia, também houve relatos de ameaças de invasão a residências e de retirada da motocicleta envolvida no acidente, que havia sido escondida no povoado.

A situação foi controlada após uma negociação entre equipes da Polícia Civil de Barra do Corda, da Polícia Militar de Fernando Falcão, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e lideranças do povo Canela da Aldeia Escalvado.

Após o acordo, foram realizados o exame cadavérico, o relatório do local do crime e a liberação da UBS.

Após negociação com familiares, o motociclista se apresentou na Delegacia Regional de Barra do Corda. Segundo a Polícia Civil, ele não possuía CNH e foi autuado, em tese, por homicídio culposo na direção de veículo automotor e por condução de veículo automotor sem habilitação

A motocicleta envolvida no acidente, que havia sido escondida após o ocorrido, foi apresentada à polícia e apreendida. O homem permanece à disposição da Justiça..

PRF apreende quase 7 mil munições escondidas em veículo na BR-226, em Barra do Corda

 

O material estava escondido em uma estrutura instalada no compartimento de carga de um veículo. O motorista foi preso.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 6.890 munições e cerca de 5 kg de pólvora na manhã desta quinta-feira (20), na BR-226, em Barra do Corda, na região sul. O material estava escondido em uma estrutura instalada no compartimento de carga de um veículo. O motorista foi preso.

A apreensão aconteceu por volta das 10h30, no km 323 da rodovia. Segundo a PRF, uma equipe fazia rondas quando decidiu abordar o veículo após uma análise de risco.

Durante a fiscalização, os policiais perceberam que o motorista estava nervoso e dava respostas desencontradas. Ainda segundo a PRF, ele não soube informar com precisão a origem nem o destino da viagem.

Material estava escondido em estrutura do veículo

Na vistoria, os agentes encontraram um equipamento instalado no compartimento de carga. Ao verificar a estrutura, localizaram as munições, além de aproximadamente 5 kg de pólvora, cápsulas, cartuchos vazios e espoletas.

O homem foi preso e encaminhado para uma delegacia da Polícia Civil, junto com o veículo e todo o material apreendido.

Segundo a PRF, ele é suspeito de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Por G1 MA 

Mulher é presa suspeita de envolvimento em homicídio e exploração sexual de menores em Imperatriz

 

Segundo a polícia, suspeita teria marcado encontro que terminou na morte da vítima e continuado envolvida em uma rede de exploração sexual de menores após ser liberada da prisão.

Uma mulher foi presa suspeita de envolvimento em uma rede de exploração sexual de menores e no assassinato de um homem ocorrido em janeiro deste ano, em Imperatriz (MA). A prisão foi realizada no bairro Parque Alvorada.

Segundo a polícia, a suspeita teria atraído a vítima até o loteamento Cidade Jardim, com a ajuda de dois integrantes de uma facção criminosa. O homem foi morto com um tiro na cabeça.

De acordo com a investigação, a mulher atuava como intermediadora da exploração sexual de menores. A polícia informou que a vítima procurou a suspeita para marcar um encontro com uma criança no bairro Cidade Jardim, sem saber que ela era parente de integrantes de uma facção criminosa.

Segundo o delegado responsável pelo caso, a mulher teria marcado o encontro e preparado uma emboscada. Quando a vítima chegou ao local, foi assassinada.

A suspeita já havia sido presa em janeiro, após o homicídio, junto com outros dois homens. Segundo a polícia, ela foi liberada pela Justiça porque estava amamentando o filho pequeno.

Ainda conforme a investigação, mesmo após ser liberada, ela continuou atuando na rede de exploração sexual de menores.

Um novo mandado de prisão preventiva foi expedido no dia 18 de agosto. A mulher foi presa novamente e permanece à disposição da Justiça.

Por G1 MA 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Família autoriza doação de órgãos de jovem que morreu após acidente 'gesto de amor'

 

Naquira Santos Ferreira, de 20 anos, ficou nove dias internada após sofrer um acidente de trânsito em São Luís. Segundo a família, a doação dos órgãos poderá beneficiar nove pessoas.

A família de Naquira Santos Ferreira, de 20 anos, autorizou a doação dos órgãos da jovem, que morreu nessa quarta-feira (19), nove dias após sofrer um acidente de trânsito em São Luís. Segundo o pai, o vereador Júnior Enfermeiro (Podemos), a doação poderá beneficiar nove pessoas.

Naquira estava entre as seis pessoas que ficaram feridas após o carro em que o grupo estava bater em um poste e capotar na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no dia 10 de agosto. Em nota enviada à Rádio Mirante News, o pai da jovem afirmou que a decisão representa um último gesto de amor.

“Minha filha deixa um último e grandioso gesto de amor através da doação de seus órgãos, ela vai ajudar a salvar a vida de 9 pessoas”, disse.

O pai da jovem também afirmou que a doação permitirá que parte da filha continue presente na vida de outras pessoas. “Um pedaço dela continuará vivendo em outras pessoas, em outras famílias, em outros sonhos”, declarou.

A irmã de Naquira, Nayra Beatriz, também publicou uma homenagem à jovem em uma rede social.

"Você deixou um vazio que ninguém nunca vai conseguir preencher. Sua falta vai ser insuportável, mas o amor que eu sinto por você vai ser eterno. Você foi a menina mais incrível do mundo. Minha irmã, minha companheira, meu anjo", disse.

Homem é preso suspeito de roubar mais de R$ 11 mil e agredir vítima

 

O crime ocorreu em um bar perto da MA-345; ferido ficou internado por vários dias e precisou passar por cirurgias.

A Polícia Civil do Maranhão prendeu, no final da manhã dessa quarta-feira (19), um homem suspeito de participar de um roubo qualificado no município de Araioses, no leste do estado. A prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia de Araioses, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.

Segundo as investigações, o homem é apontado como coautor de um crime ocorrido no dia 25 de junho de 2026, em um estacionamento comercial localizado nas proximidades da rodovia MA-345, no bairro Comprida, em Araioses.

De acordo com a polícia, a vítima estava em um bar consumindo bebidas alcoólicas quando foi abordada pelo investigado e por outros homens. O grupo teria trancado a vítima no estabelecimento e iniciado uma série de agressões físicas, com socos e chutes, principalmente na região da cabeça e do rosto.

Durante a ação criminosa, os suspeitos também roubaram pertences da vítima, entre eles um celular, um relógio e uma quantia superior a R$ 11 mil.

Ainda segundo a Polícia Civil, por causa da gravidade das lesões, a vítima precisou ficar internada em uma unidade hospitalar por vários dias e passou por procedimentos cirúrgicos.

O mandado de prisão foi cumprido em uma residência localizada na Rua da Mucubeira, em Araioses. Após ser preso, o investigado foi levado para a Delegacia de Polícia Civil do município e, em seguida, transferido para o sistema prisional do Maranhão, onde permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam.

Por G1 MA 

Mulher é presa suspeita de matar sogra envenenada; vítima ia receber R$ 50 mil de consórcio

 

De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu em 2022, quando a vítima esteve na casa do filho e morreu após fazer uma refeição no local. Meses depois, a polícia descobriu que ela havia sido envenenada.

Uma mulher foi presa suspeita de envenenar e matar a própria sogra, em Pinheiro, na baixada maranhense. Segundo a Polícia Civil, a vítima aguardava receber cerca de R$ 50 mil de um consórcio, e a investigação apura se o dinheiro tem relação com o crime.

A prisão preventiva foi cumprida na tarde dessa quarta-feira (19) pela 5ª Delegacia Regional de Pinheiro, com apoio do serviço de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA). A investigada é suspeita de homicídio qualificado.

De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu em novembro de 2022, quando a vítima esteve na casa do filho. Na época, a idosa aguardava o recebimento de aproximadamente R$ 50 mil referentes a um consórcio.

Após fazer uma refeição na residência, ela começou a apresentar mal-estar, dores abdominais, diarreia, vômitos, fraqueza e tremores. O quadro de saúde se agravou e a vítima foi levada para atendimento médico, mas não resistiu e morreu.

Corpo foi exumado 11 meses depois

Inicialmente, a causa da morte não havia sido esclarecida. Com o avanço das investigações, a polícia identificou indícios de que a idosa poderia ter sido envenenada.

A Polícia Civil, então, pediu a exumação do corpo, realizada cerca de 11 meses após o sepultamento.

Segundo o laudo pericial, a vítima morreu por intoxicação exógena por Terbufos, uma substância tóxica usada como pesticida e conhecida popularmente como “chumbinho”.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva da nora da vítima, que foi autorizada pela Justiça.

A investigada deve ser encaminhada à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Pinheiro, onde ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime, incluindo se os cerca de R$ 50 mil que a vítima aguardava receber têm relação com o homicídio.

Por G1 MA 

Homem condenado a 14 anos por homicídio é preso

 

Segundo a Polícia Civil, crime aconteceu em Timon, em 2003. Homem de 68 anos estava foragido e foi localizado na zona rural de Caxias.

Um homem de 68 anos, condenado a 14 anos de prisão por um homicídio cometido em Timon, foi preso na tarde de terça-feira (18), na zona rural de Caxias. Segundo a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), ele estava foragido da Justiça.

De acordo com a polícia, a prisão ocorreu após o cumprimento de um mandado expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Timon. O crime pelo qual o homem foi condenado aconteceu em 2003.

Após a prisão, ele foi levado para uma unidade policial e, em seguida, encaminhado à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Acácias, onde deve cumprir a pena.

Por G1 MA 

Suspeito de tentativa de assalto morre após ser baleado por policial penal

 

Segundo a polícia, o homem teria tentado assaltar uma loja de equipamentos hospitalares, quando um policial penal que estava no local reagiu. Uma arma e uma moto foram apreendidas.

Um homem identificado como Emerson Rodrigues Melo, de 28 anos, morreu após ser baleado por um policial penal durante uma tentativa de assalto, na noite dessa quarta-feira (19), no bairro Vinhais, em São Luís.

O caso aconteceu por volta das 18h19, em uma loja de equipamentos hospitalares. De acordo com a polícia, Emerson Rodrigues Melo teria tentado assaltar o estabelecimento quando um policial penal, que se encontrava no local, reagiu à ação criminosa e efetuou disparos de arma de fogo contra ele.

Uma equipe do Grupo Tático Móvel (GTM) do 8º Batalhão da Polícia Militar foi acionada e se deslocou até o endereço. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito atingido por disparos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também esteve no local e confirmou a morte de Emerson. O homem tinha várias anotações criminais e já havia passado pelo sistema prisional.

Durante o atendimento da ocorrência, os policiais apreenderam um revólver calibre .38. Segundo o registro policial, a arma estava com cinco munições intactas e uma sexta munição descrita no relato da guarnição com o termo “negada”.

Motocicleta usada pelo suspeito tinha placa coberta e era clonada

Ainda de acordo com a polícia, uma Honda NXR 160 Bros ESDD, de cor vermelha, foi localizada no local da ocorrência.

A motocicleta estava com a placa coberta por fita isolante preta e apresentava indícios de adulteração nos sinais de identificação, incluindo o chassi.

Após consulta, foi constatado que o veículo era clonado e ostentava a placa ROU8G89. Segundo a ocorrência, já existia um boletim de ocorrência relacionado à clonagem da motocicleta.

A ocorrência foi apresentada à Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), que vai investigar a dinâmica da tentativa de assalto e as circunstâncias em que o policial penal efetuou os disparos.

Por G1 MA 

Homem com mandado por tráfico de drogas é preso pela PRF durante abordagem na BR-010 em Imperatriz

 

Um homem de 30 anos, que era passageiro de uma motocicleta, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde de terça-feira (18), durante uma abordagem no km 260 da BR-010, em Imperatriz, no Maranhão. A ocorrência foi registrada por volta das 17h, quando os agentes deram ordem de parada ao veículo que seguia no sentido decrescente da rodovia.

Durante a abordagem e a consulta aos sistemas de segurança, os policiais identificaram um mandado de prisão em aberto contra o passageiro. A ordem judicial havia sido expedida pela Vara de Execução Penal de Marabá, no Pará, vinculada ao Tribunal de Justiça do estado.

O mandado está relacionado ao crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, conhecida como Lei de Drogas. Após a confirmação da ordem judicial, o homem recebeu voz de prisão e foi informado sobre seus direitos constitucionais.

Em seguida, o passageiro foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Imperatriz, onde foram realizados os procedimentos legais relacionados ao cumprimento do mandado de prisão. A PRF não informou detalhes sobre a condenação ou sobre o período de pena que ainda deverá ser cumprido.

Suspeito de homicídios morre após confronto com a polícia

 

Segundo a polícia, homem era suspeito de envolvimento em pelo menos cinco homicídios; armas, drogas e três motocicletas foram apreendidas durante a ação.

Um suspeito morreu durante uma operação policial realizada na tarde dessa quarta-feira (19), no bairro Vila Nonata, em Arame, no interior do Maranhão.

Segundo a Polícia Militar, a ação contou com equipes de Arame e Grajaú, além do apoio da Polícia Civil. As forças de segurança receberam informações de que um grupo suspeito de envolvimento em crimes estaria se preparando para cometer assaltos e homicídios na cidade.

Durante as investigações, a Polícia Civil localizou o endereço de um dos suspeitos. De acordo com a polícia, quando os agentes chegaram ao imóvel, o homem teria sacado uma arma e atirado contra as equipes.

Houve troca de tiros, e o suspeito foi baleado. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Ainda segundo a polícia, no imóvel foram apreendidas armas, drogas e três motocicletas.

A suspeita é de que os veículos fossem usados na prática de crimes em Arame e em outros municípios do Maranhão.

A Polícia Militar informou também que o homem era suspeito de envolvimento em pelo menos cinco homicídios registrados em Presidente Dutra e em outros municípios da região. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Por G1 MA 

Operação investiga grupo suspeito de fornecer armas a facções criminosas e movimentar R$ 4 milhões com empresas de fachada Foram cumpridos mandados em Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Imperatriz

 

Foram cumpridos mandados em Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Imperatriz (MA). Investigações iniciaram após um furto em uma empresa de segurança.

Mandados de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta quinta-feira (20) contra um grupo suspeito de furtar e vender armas de fogo a facções criminosas. A ação acontece em três cidades do Tocantins e no Maranhão. Conforme a Polícia Federal, o grupo também é suspeito de movimentar R$ 4 milhões usando empresas de fachada.

A Operação Arsenal, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins, cumpriu 15 mandados nas cidades de Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Imperatriz (MA) e contou com a atuação de 120 policiais.

A PF informou que as investigações contra o grupo começaram após o furto de armas de fogo e coletes balísticos de uma empresa de segurança privada em Palmas. Conforme a Secretaria de Segurança Pública, os suspeitos teriam neutralizado o sistema de energia e monitorado o estabelecimento antes do crime.

Segundo a polícia, as armas teriam sido distribuídas para criminosos de diferentes estados brasileiros, além de serem usadas para pagamento de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas. Também há indícios de que, em dois meses, o grupo teria movimentado R$ 4 milhões usando contas de empresas de fachada e de terceiros.



A SSP informou que operadores no Tocantins e em Goiás tinham vínculos com integrantes de facções criminosas de atuação nacional. O esquema tinha uma estrutura que era usada para movimentar os recursos ilícitos e facilitar a circulação dos armamentos.

Os suspeitos podem responder pelos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores e promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa armada. As penas podem chegar a 22 anos de prisão.

Conforme a polícia, as investigações devem continuar para identificar outros envolvidos, localizar as armas que ainda não foram recuperadas e aprofundar a apuração sobre o esquema.

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