terça-feira, 14 de julho de 2026

Terceiro suspeito de ataque que matou grávida e filho morre em confronto com a polícia no MA

João Henrique Lindoso Silva, conhecido como “João Preto”, morreu na segunda-feira (13). Um terceiro suspeito foi conduzido para a delegacia, mas acabou liberado por determinação judicial por falta de elementos.

João Henrique Lindoso Silva, conhecido como “João Preto”, foi o terceiro suspeito de participar do ataque que matou uma mulher grávida e o filho dela, de 4 anos, a morrer em confronto com a polícia na zona rural de São João Batista. A informação foi confirmada nesta terça-feira (14) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA).

A Polícia Civil do Maranhão já identificou os suspeitos de envolvimento no ataque. Dois deles morreram em ações policiais. David João Gaspar Penha e Joelson Braga Araújo morreram no domingo (11).

Ainda no domingo, um terceiro suspeito foi conduzido à delegacia em São João Batistas, mas segundo o delegado Ederson Martins, ele foi colocado em liberdade por determinação judicial, já que não havia elementos suficientes para a lavratura do auto de prisão em flagrante.

Ataque tem relação com troca de facções, diz polícia

As investigações da Polícia Civil do Maranhão apontam que o ataque teria sido motivado pela troca de facção criminosa por parte do companheiro da vítima e pai da criança, Josef Abreu Santos.

Segundo o delegado Ederson Martins, coordenador de Operações da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA), há indícios de que Josef deixou a facção da qual fazia parte e passou a integrar outro grupo criminoso, ou saiu da organização sem autorização.

A mudança teria motivado o ataque que resultou na morte de Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos, de 4 anos. De acordo com a polícia, Josef Abreu Santos era o principal alvo dos criminosos. Ele foi ouvido pela Polícia Civil.

"O marido da vítima fazia parte da facção que realizou o ataque e teria, supostamente, mudado de lado ou saído da organização sem a autorização dos integrantes. Eles foram até o local para cobrar e vingar essa saída dele e de outra pessoa que morava no povoado. Como não o encontraram na residência, atacaram os familiares que estavam no local naquele momento", afirmou o delegado.

Outros envolvidos já foram identificados e continuam sendo procurados pelas forças de segurança. Os nomes não foram divulgados para não comprometer as investigações. As buscas contam com equipes da Polícia Civil, Polícia Militar, Perícia Oficial, Centro Tático Aéreo (CTA), Canil e setores de inteligência.

Por G1 MA 

 

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