terça-feira, 4 de agosto de 2026

Homem em situação de rua morre em calçada no Centro de Imperatriz

 

Um homem em situação de rua, conhecido popularmente pelo apelido de "Portugal", morreu na tarde desta segunda-feira (3) enquanto estava em uma calçada no cruzamento das ruas Coriolano Milhomem e Antônio de Miranda, no Centro de Imperatriz. A ocorrência chamou a atenção de comerciantes, moradores e pessoas que passavam pela região, um dos pontos mais movimentados da cidade.

De acordo com as primeiras informações, Portugal estava sentado na calçada quando começou a passar mal. Populares que presenciaram a situação acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), na tentativa de prestar socorro à vítima.

Ao chegar ao local, a equipe médica realizou a avaliação, mas constatou que o homem já não apresentava sinais vitais. A morte foi confirmada ainda na calçada, causando comoção entre pessoas que conheciam a vítima e acompanhavam sua rotina pelas ruas do Centro de Imperatriz.

Segundo informações repassadas pelos socorristas, a suspeita inicial é de que o óbito tenha ocorrido por causas naturais, em decorrência de um problema de saúde que ele já enfrentava. Até o momento, não há indícios de violência relacionados ao caso.

Após a confirmação da morte, uma equipe da Polícia Militar foi acionada para isolar a área e organizar o fluxo de pessoas e veículos no local, garantindo a preservação da cena até a chegada dos demais órgãos responsáveis.

O Instituto de Criminalística (ICRIM) também esteve presente para realizar os procedimentos periciais previstos em lei e fazer o levantamento das informações necessárias para a liberação do corpo.

Conhecido por muitos comerciantes e frequentadores da região central, Portugal fazia parte do cotidiano de quem circulava diariamente pelo local. Sua morte gerou manifestações de pesar entre pessoas que conviviam com ele e que lamentaram o desfecho.

O caso também chama atenção para a realidade vivida por pessoas em situação de rua, que frequentemente enfrentam dificuldades de acesso a cuidados contínuos de saúde, alimentação adequada e assistência social, fatores que podem agravar problemas clínicos já existentes.

Após a conclusão dos procedimentos periciais, o corpo foi recolhido pelos órgãos competentes para os trâmites legais.

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