quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Polícia investiga grupo suspeito de usar empresas e CNPJs para aplicar golpes em distribuidoras no MA

 

Segundo a investigação, suspeitos usavam empresas e CNPJs para fazer pedidos de mercadorias e dar aparência de regularidade às negociações. Produtos foram encontrados em uma casa em Bacabal.

A Polícia Civil do Maranhão realizou, nessa quarta-feira (9), uma operação contra um grupo suspeito de aplicar golpes em empresas por meio de pedidos fraudulentos de mercadorias. A investigação começou após uma distribuidora de Santa Inês, a cerca de 250 km de São Luís, ser alvo do esquema.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizavam empresas e os respectivos CNPJs para fazer pedidos de produtos e dar aparência de regularidade às negociações comerciais. As mercadorias, no entanto, seriam obtidas de forma fraudulenta.

Durante a investigação, a polícia afirma ter identificado e localizado integrantes do grupo, além de reunir informações sobre a forma como os suspeitos atuavam.

Mercadorias encontradas em Bacabal

Durante as diligências, policiais encontraram, em uma casa no município de Bacabal, parte das mercadorias pertencentes à empresa de Santa Inês que teria sido vítima do golpe.

No mesmo imóvel, também foram localizados produtos pertencentes a uma empresa de Barra do Corda. De acordo com a investigação, o pedido dessas mercadorias teria sido feito em Teresina, capital do Piauí.

A Polícia Civil considera que a localização dos produtos pode ajudar a esclarecer a atuação do grupo e a dimensão do esquema investigado.

Investigação continua

A polícia busca identificar outras empresas que possam ter sido vítimas dos suspeitos, além de determinar a participação de cada investigado e calcular o prejuízo provocado pelos golpes.

As investigações continuam e novas diligências devem ser realizadas para reunir provas sobre o caso. Até o momento, a Polícia Civil não informou quantas pessoas são investigadas, se houve prisões durante a operação ou qual é o valor estimado do prejuízo causado às empresas.

Por G1 MA 

Nenhum comentário:

Postar um comentário