sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Quase três décadas depois: homem é condenado por matar garçonete em 1997 em Imperatriz

Quase três décadas após o assassinato da garçonete Quelli Cristina, o caso teve um desfecho no Tribunal do Júri de Imperatriz. Damião Anolascio dos Santos foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão pela morte da vítima, ocorrida em agosto de 1997, no setor Mercadinho.

O julgamento foi realizado nesta quarta-feira (2), durante sessão do Tribunal do Júri de Imperatriz. O crime aconteceu há 29 anos e, desde então, o caso permaneceu marcado pela fuga do acusado, que passou mais de duas décadas longe da Justiça.

Segundo as informações apresentadas no processo, Quelli Cristina estava no setor Mercadinho quando foi atingida por dois disparos de arma de fogo. Um dos tiros atingiu o rosto da garçonete e o outro atingiu as costas.

Após o assassinato, Damião deixou o local do crime utilizando uma bicicleta e passou a ser considerado foragido. Ele permaneceu nessa condição por 26 anos, até ser localizado no município de Itaporanga, no interior da Paraíba.

A prisão do acusado encerrou um longo período de busca e permitiu que o processo tivesse continuidade até chegar ao julgamento pelo Tribunal do Júri. Quase 30 anos depois do homicídio, Damião foi levado a julgamento e recebeu a condenação pela morte de Quelli.

Durante a sessão, a acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Tiago Quintanilha Nogueira, que representou o Ministério Público do Maranhão (MPMA). A sentença foi proferida pelo juiz Carlos Eduardo Sousa.

Com a decisão, o réu foi condenado a mais de 21 anos de prisão pelo homicídio cometido em 1997.

 

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